Marido de Ivete relembra 'bronca' de professora do filho: 'Estava ficando com fome'

16 de Setembro de 2020
Marido de Ivete relembra 'bronca' de professora do filho: 'Estava ficando com fome'
Marido de Ivete, o nutricionista Daniel Cady desabafou nas redes sociais, nesta quarta-feira (16), a respeito da educação alimentar dada ao filho e quando e como encontrou esse equilíbrio. O profissional de saúde disse que levou "um puxão de orelha" da professora do herdeiro.
 
"Meu filho entrou na escola com três anos de idade. Antes desse contato com o mundo externo, a gente conseguia ter um controle mais eficiente de tudo que ele comia ou tinha acesso. Em um determinado momento, a professora me chamou para uma reunião na escola e me alertou que talvez fosse necessário incrementar a lancheira do meu filho, porque ele estava ficando com fome e comendo o resto do lanche dos coleguinhas. Acompanhei a hora do recreio e percebi o que estava acontecendo: vi vários coleguinhas comendo coisas que ele não tinha o hábito de comer, ou que comia de forma muito esporádica", explicou.
 
O nutricionista pontuou que, no caso, o filho não queria comer mais, mas sim socializar com os coleguinhas. "Ele não precisava de mais comida, ele não estava ficando com fome. Na verdade ele estava tendo contato com alimentos que eu sempre blindei, mas que naquele momento de interação social tão importante, despertaram nele desejo. Ali o alimento também era um elemento socializador, ele queria fazer parte daquilo também", entendeu.


 

 
 

 


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Você não precisa se privar de tudo o tempo todo para ter uma alimentação saudável. A paternidade me trouxe uma visão ampliada da nutrição, de ser MAIS LEVE, FLEXÍVEL, menos catedrático. Uma transformação de vida que me ensinou muito e tenho aplicado isso na minha rotina a nas orientações que compartilho aqui. Vou contar à vocês uma história interessante que me marcou muito e me fez repensar. Meu filho entrou na escola com três anos de idade. Antes desse contato com o mundo externo, a gente conseguia ter um controle mais eficiente de tudo que ele comia ou tinha acesso.Em um determinado momento, a professora me chamou para uma reunião na escola e me alertou que talvez fosse necessário incrementar a lancheira do meu filho, porque ele estava ficando com fome e comendo o resto do lanche dos coleguinhas. Acompanhei a hora do recreio e percebi o que estava acontecendo: vi vários coleguinhas comendo coisas que ele não tinha o hábito de comer, ou que comia de forma muito esporádica. Ele não precisava de mais comida, ele não estava ficando com fome. Na verdade ele estava tendo contato com alimentos que eu sempre blindei, mas que naquele momento de interação social tão importante, despertaram nele desejo. Ali o ALIMENTO também era um ELEMENTO SOCIALIZADOR, ele queria fazer parte daquilo também. Isso me fez refletir sobre a formação muito criteriosa do nutricionista do que é bom ou ruim, do que pode ou não pode. Mas com esses aprendizados na vida prática a gente percebe que não dá pra ser assim. A FLEXIBILIDADE É MUITO IMPORTANTE na alimentação e em outras situações do nosso dia a dia, se não a gente pira. Você não precisa abrir mão o tempo todo de comer alimentos considerados "ruins", especialmente em momento de celebração e socialização. A diferença entre o veneno e o remédio é a dosagem. Ser mais leve e se permitir também é preciso. Encontrar esse EQUILÍBRIO é viver com saúde. (Ah! Essa foto nós tiramos em uma trilha, na Chapada Diamantina/ Bahia!)
Uma publicação compartilhada por Daniel Cady (@danielcady) em 16 de Set, 2020 às 5:44 PDT



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Você não precisa se privar de tudo o tempo todo para ter uma alimentação saudável. A paternidade me trouxe uma visão ampliada da nutrição, de ser MAIS LEVE, FLEXÍVEL, menos catedrático. Uma transformação de vida que me ensinou muito e tenho aplicado isso na minha rotina a nas orientações que compartilho aqui. Vou contar à vocês uma história interessante que me marcou muito e me fez repensar. Meu filho entrou na escola com três anos de idade. Antes desse contato com o mundo externo, a gente conseguia ter um controle mais eficiente de tudo que ele comia ou tinha acesso.Em um determinado momento, a professora me chamou para uma reunião na escola e me alertou que talvez fosse necessário incrementar a lancheira do meu filho, porque ele estava ficando com fome e comendo o resto do lanche dos coleguinhas. Acompanhei a hora do recreio e percebi o que estava acontecendo: vi vários coleguinhas comendo coisas que ele não tinha o hábito de comer, ou que comia de forma muito esporádica. Ele não precisava de mais comida, ele não estava ficando com fome. Na verdade ele estava tendo contato com alimentos que eu sempre blindei, mas que naquele momento de interação social tão importante, despertaram nele desejo. Ali o ALIMENTO também era um ELEMENTO SOCIALIZADOR, ele queria fazer parte daquilo também. Isso me fez refletir sobre a formação muito criteriosa do nutricionista do que é bom ou ruim, do que pode ou não pode. Mas com esses aprendizados na vida prática a gente percebe que não dá pra ser assim. A FLEXIBILIDADE É MUITO IMPORTANTE na alimentação e em outras situações do nosso dia a dia, se não a gente pira. Você não precisa abrir mão o tempo todo de comer alimentos considerados “ruins”, especialmente em momento de celebração e socialização. A diferença entre o veneno e o remédio é a dosagem. Ser mais leve e se permitir também é preciso. Encontrar esse EQUILÍBRIO é viver com saúde. (Ah! Essa foto nós tiramos em uma trilha, na Chapada Diamantina/ Bahia!)

Uma publicação compartilhada por Daniel Cady (@danielcady) em



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