Com novo nome, Elkeson fala da primeira convocação a seleção da China: 'Empolgado'

Postado dia 21 de Agosto de 2019
Com novo nome, Elkeson fala da primeira convocação a seleção da China: 'Empolgado'
Convocado pela primeira vez, o atacante Elkeson se disse empolgado para atuar na seleção da China. Com novo nome de origem chinesa, Ai Kesen está na lista de 35 jogadores chamados pelo técnico italiano Marcelo Lippi para os treinamentos visando os jogos contra Maldivas e Guam pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2022.   "Queria retribuir todo o carinho que o povo Chinês meu deu nesses sete anos. Me sentia à vontade na China, como se tivesse nascido no país. Foi aí que chegou até a mim uma possibilidade desafiadora, mas que me deixou com a certeza de que seria o próximo passo a ser dado. A volta para o Guangzhou Evergrande, time que abriu as portas do país para mim, e a naturalização, para que eu ajude a seleção chinesa a disputar mais uma Copa do Mundo. Hoje, comunico a todos que, oficialmente, embarquei nesse desafio. Abri mão da minha nacionalidade para tentar retribuir todo o carinho que recebo aqui desde a minha chegada. Estou muito animado e empolgado. Conto com a torcida de vocês. Forte abraço, Ai Kesen", escreveu.   Nascido no Brasil, Elkeson agora tem passaporte chinês após renunciar à nacionalidade de origem. Ele passa a ser o primeiro jogador sem ancestrais chineses a ser convocado para a seleção de futebol do país.   Apesar da convocação, a participação de Elkeson nos jogos das eliminatórias ainda é incerta. Marcelo Lippi selecionará 23 jogadores dos 35 nomes da lista desta quarta. Ele vai observar os atletas durante dois períodos de treinamentos. O primeiro será em Xianghe entre os dias 25 e 30 de agosto e o outro em Guangzhou de 2 a 11 de setembro.   Elkeson começou no Vitória e passou pelo Botafogo antes de chegar no futebol chinês. Primeiro, ele foi contratado pelo Guangzhou Evergrande onde atuou entre 2013 e 2015. Depois, ele jogou no Shanghai SIPG de 2016 até acertar o retorno neste ano ao seu primeiro clube na China.         Ver esta publicação no Instagram                   Em 2013, ano dessa foto aí em cima, desembarquei na China. Um país em que apostava no desenvolvimento do futebol, até então desconhecido para boa parte do mundo, e que só havia participado de uma Copa do Mundo. Foi uma aposta, mas cheguei muito confiante no projeto do Guangzhou Evergrande e com muita vontade de fazer história. E as coisas aconteceram muito rápido. Nos três primeiros anos, fui tricampeão chinês e bicampeão da Champions League da Ásia. Artilheiro da Superliga em duas ocasiões, uma delas com o recorde de gols em uma edição, que segue até hoje. Além de ter sido eleito futebolista do ano de 2014. Foram muitas conquistas. Mas precisava de um novo desafio, queria ver até onde eu podia chegar. Em 2016, fui para o Shanghai SIPG, time que tinha acabado de subir para a primeira divisão e que tinha um projeto ambicioso. Foram três anos e meio, dois títulos, os primeiros do clube, e 116 jogos. Mais uma etapa de sucesso concluída. Mas eu queria mais. Queria retribuir todo o carinho que o povo Chinês meu deu nesses sete anos. Me sentia à vontade na China, como se tivesse nascido no país. Foi aí que chegou até a mim uma possibilidade desafiadora, mas que me deixou com a certeza de que seria o próximo passo a ser dado. A volta para o Guangzhou Evergrande, time que abriu as portas do país para mim, e a naturalização, para que eu ajude a seleção chinesa a disputar mais uma Copa do Mundo. Hoje, comunico a todos que, oficialmente, embarquei nesse desafio. Abri mão da minha nacionalidade para tentar retribuir todo o carinho que recebo aqui desde a minha chegada. Estou muito animado e empolgado. Conto com a torcida de vocês. Forte abraço, Ai Kesen ??? ???????? Uma publicação partilhada por Elkeson Cardoso ??? (@official_elkeson09) a 21 de Ago, 2019 às 8:19 PDT

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Em 2013, ano dessa foto aí em cima, desembarquei na China. Um país em que apostava no desenvolvimento do futebol, até então desconhecido para boa parte do mundo, e que só havia participado de uma Copa do Mundo. Foi uma aposta, mas cheguei muito confiante no projeto do Guangzhou Evergrande e com muita vontade de fazer história. E as coisas aconteceram muito rápido. Nos três primeiros anos, fui tricampeão chinês e bicampeão da Champions League da Ásia. Artilheiro da Superliga em duas ocasiões, uma delas com o recorde de gols em uma edição, que segue até hoje. Além de ter sido eleito futebolista do ano de 2014. Foram muitas conquistas. Mas precisava de um novo desafio, queria ver até onde eu podia chegar. Em 2016, fui para o Shanghai SIPG, time que tinha acabado de subir para a primeira divisão e que tinha um projeto ambicioso. Foram três anos e meio, dois títulos, os primeiros do clube, e 116 jogos. Mais uma etapa de sucesso concluída. Mas eu queria mais. Queria retribuir todo o carinho que o povo Chinês meu deu nesses sete anos. Me sentia à vontade na China, como se tivesse nascido no país. Foi aí que chegou até a mim uma possibilidade desafiadora, mas que me deixou com a certeza de que seria o próximo passo a ser dado. A volta para o Guangzhou Evergrande, time que abriu as portas do país para mim, e a naturalização, para que eu ajude a seleção chinesa a disputar mais uma Copa do Mundo. Hoje, comunico a todos que, oficialmente, embarquei nesse desafio. Abri mão da minha nacionalidade para tentar retribuir todo o carinho que recebo aqui desde a minha chegada. Estou muito animado e empolgado. Conto com a torcida de vocês. Forte abraço, Ai Kesen ??? ????????

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