Um terço dos consumidores brasileiros termina ano de 2016 com nome sujo

Postado dia 12 de Janeiro de 2017
Um terço dos consumidores brasileiros termina ano de 2016 com nome sujo
Cerca de 58,3 milhões de pessoas no Brasil terminaram o ano de 2016 com o nome sujo, o equivalente a um terço do total. Um levantamento do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) divulgado nesta terça-feira (10) aponta que houve um aumento de 700 mil casos ao longo do ano passado. Por outro lado, houve uma desaceleração na comparação com 2015, quando a alta foi de 2,5 milhões de pessoas com nome sujo. "A explicação para a desaceleração do crescimento da inadimplência desde o primeiro trimestre do ano reside no fato de que o próprio cenário de recessão da economia, que reduziu a capacidade de pagamento das famílias, também restringiu a tomada de crédito por parte dos consumidores", analisa, em nota, o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro. A região do país com o maior número de consumidores com o nome sujo é a Sudeste, com 24,23 milhões de pessoas. O Nordeste fica na segunda colocação com 15,74 milhões de negativados, o equivalente a 39,7% dos adultos.
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